Vamos avaliar sua participação na disciplina?
1. O que fez com dedicação.
2. O que poderia ter feito melhor.
3. O que não alcançou.
Que nota você dá para você? _____
(registre no seu blog)
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No início tive muitas dúvidas em relação ao curso realizado a distância, pois para mim é uma matéria que eu não tinha conhecimento, porém como passar do tempo as aulas foram ficando mais interessantes e procurei sempre participar ativamente delas, visto que faço o curso de Pedagogia e me identifico com as tecnologias atuais. Sempre procurei manter uma postura de curiosidade e tentei dar mais do que era pedido para em sala, porém ninguém é perfeito, eu poderia ter aprendido mais se não tivesse tido algumas faltas.
Gostei tanto da EAD que já espalhei a notícia entre alguns amigos, para que se matriculassem e realizasse este tipo de curso a distância.
Verifiquei que algumas instituições de Educação a Distância possuem metodologias muito boas e com vários recursos que me passaram confiança.
Ótima matéria e bem ministrada pela Professora Renilze.
Nota: 9,5.
Agradeço à Deus por esta oportunidade,
Catherine Freire
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
INSTRUMENTOS AVALIATIVOS
Com o surgimento das novas ferramentas e tecnologias para a aprendizagem em EAD, torna-se necessária a mudança da postura de ensino e da avaliação que poderá ser virtual ou presencial.
Tanto quanto existe uma variedade de tarefas que hoje podemos utilizar para a EAD, também existem várias formas que podemos utilizar para avaliar, tais como: contemplar a participação em bate-papos; fóruns e listas de discussão, tempo em que esteve on-line no curso, dentre outros. Tudo isto é acompanhado pelo tutor.
Na Educação a Distância é necessária a realização dos exames por meio presencial para fins de promoção, certificação ou diploma.
“Há situações em que a presencialidade na avaliação é condição de aperfeiçoamento da aprendizagem - aquelas que envolvem algumas habilidades motora complexa, por exemplo. Nestas situações, a não previsão de avaliação ou de avaliação presenciais poderia ser tida como irresponsável; pois, se é imprescindível para a aprendizagem, torna-se um direito do aluno a ser respeitado”
(Gonçalves, op. cit.: 07).
A avaliação em educação a distância combina uma variedade de instrumentos que possibilitam contemplar aspetos quantitativos e qualitativos (Russo 2001).
Tanto quanto existe uma variedade de tarefas que hoje podemos utilizar para a EAD, também existem várias formas que podemos utilizar para avaliar, tais como: contemplar a participação em bate-papos; fóruns e listas de discussão, tempo em que esteve on-line no curso, dentre outros. Tudo isto é acompanhado pelo tutor.
Na Educação a Distância é necessária a realização dos exames por meio presencial para fins de promoção, certificação ou diploma.
A avaliação em educação a distância ganha uma dimensão mediadora, que projeta e vislumbra o futuro, subsidiando uma compreensão dos limites e possibilidades dos alunos e o permanente ajustar das estratégias pedagógicas (Hoffmann, 2001).
TECNOLOGIAS EM EAD
Antigamente os conteúdos eram passados a distancia por meio de cartas, rádio, televisão, etc., estes passavam informações para os alunos sem ter uma interação com o mesmo. A educação era precária.
Hoje a Educação à distância conta com novas tecnologias que são um avanço incrível para melhorar este tipo de modalidade de ensino.
Com professores capacitados a Educação a distância passa a utilizar meios tecnológicos para promover uma Interatividade entre professor e aluno, sejam elas síncronas ou assíncronas.
Ferramentas utilizadas para comunicação em EAD: Internet, HTML, E-mail, Fórum, Chat, Lista de discussão, Realidade virtual (simulação de um ambiente virtual), Videoconferência ...
O mais importante é que com plataformas específicas; ambientes virtuais; variados tipos de tecnologias e com educadores capacitados para este tipo de ensino/aprendizagem quem sai ganhando é sempre o aluno, pois se torna real o sonho de muitas pessoas que antes não tinham condições de ter uma educação de qualidade por motivos diversos.
domingo, 28 de novembro de 2010
INTERATIVIDADE
Nesta aula nosso grupo fez uma apresentação sobre o tema "Interatividade" em EAD.
Primeiro conceituamos e diferenciamos Interação e Interatividade.
INTERAÇÃO
Envolve o comportamento e as trocas entre indivíduos e grupos que se influenciam, nos casos em que há eventos recíprocos que requerem pelo menos dois objetos e duas ações. Wagner (1994,1997).
INTERATIVIDADE
Envolve atributos da tecnologia contemporânea utilizada na EAD, que permite conexões em tempo real. Ou seja, a interação estaria associada às pessoas, enquanto a interatividade à tecnologia e aos canais. Wagner (1994,1997)
INTERAÇÃO X INTERATIVIDADE
Foi explanado as posturas de Alex Primo e Marcos Silva em relação à Interação e Interatividade.
Alex Primo fala sobre Interações, pois para ele a palavra Interatividade não existe.
1. Mútuas e
2. Reativas.
Silva fala em 3 pilares da Interatividade:
1. Participação/Intervenção;
2. Bidirecionalidade/Hibridação e
3. Potencialidade/ Permutabilidade.
Na Pedagogia da Interação vimos que é por meio das interações que os seres humanos se desenvolve e aprendem. (PIAGET) e (VYGOTSKY)
TIPOS DE INTERAÇÃO E BREVE HISTÓRICO
1989 – Moore:
Aluno/Professor
Aluno/Aluno
Aluno/Conteúdo
1994 – Hillmas, Willis e Gunawardena
Aluno/Interface
2003 – Anderson
Professor/Professor
Professor/Conteúdo
Conteúdo/Conteúdo
Existe também o tipo de Interação Vicária, onde O aluno observa a interação dos outros, porém não participa ativamente. A interação ocorre quando um aluno observa e processa ativamente os lados de uma interação direta entre dois alunos, ou entre aluno e professor
Obs: Muitas vezes os alunos que não se manifestam em sala de aula presencial eles participam ativamente em aulas de Educação á Distância.
CONTEÚDOS DE SALAS VIRTUAIS
Vídeos; Textos; Sons e Imagens.
Primeiro conceituamos e diferenciamos Interação e Interatividade.
INTERAÇÃO
Envolve o comportamento e as trocas entre indivíduos e grupos que se influenciam, nos casos em que há eventos recíprocos que requerem pelo menos dois objetos e duas ações. Wagner (1994,1997).
INTERATIVIDADE
Envolve atributos da tecnologia contemporânea utilizada na EAD, que permite conexões em tempo real. Ou seja, a interação estaria associada às pessoas, enquanto a interatividade à tecnologia e aos canais. Wagner (1994,1997)
INTERAÇÃO X INTERATIVIDADE
Foi explanado as posturas de Alex Primo e Marcos Silva em relação à Interação e Interatividade.
Alex Primo fala sobre Interações, pois para ele a palavra Interatividade não existe.
1. Mútuas e
2. Reativas.
Silva fala em 3 pilares da Interatividade:
1. Participação/Intervenção;
2. Bidirecionalidade/Hibridação e
3. Potencialidade/ Permutabilidade.
Na Pedagogia da Interação vimos que é por meio das interações que os seres humanos se desenvolve e aprendem. (PIAGET) e (VYGOTSKY)
TIPOS DE INTERAÇÃO E BREVE HISTÓRICO
1989 – Moore:
Aluno/Professor
Aluno/Aluno
Aluno/Conteúdo
1994 – Hillmas, Willis e Gunawardena
Aluno/Interface
2003 – Anderson
Professor/Professor
Professor/Conteúdo
Conteúdo/Conteúdo
Existe também o tipo de Interação Vicária, onde O aluno observa a interação dos outros, porém não participa ativamente. A interação ocorre quando um aluno observa e processa ativamente os lados de uma interação direta entre dois alunos, ou entre aluno e professor
Obs: Muitas vezes os alunos que não se manifestam em sala de aula presencial eles participam ativamente em aulas de Educação á Distância.
CONTEÚDOS DE SALAS VIRTUAIS
Vídeos; Textos; Sons e Imagens.
“Criar a possibilidade da sala de aula interativa significa modificar a gestão das instituições de ensino, todo um sistema de ensino, e não apenas o que acontece em uma sala de aula. Superar o modelo fordista em EAD. Um sistema em que impera a alienação do professor em relação ao produto e processo de trabalho, e do aluno em relação ao conteúdo e ao método de aprendizagem. Aqui está o maior impedimento à interatividade.” (Silva, 2006, p. 75-76)
domingo, 21 de novembro de 2010
A Proposta do Mestre de Metodologia de EAD
Danielle e Juliana falaram sobre as possibilidades de atuação do educador no ambiente virtual de aprendizagem.
- Professor conteudista(professor autor) disegner instrucional. Ele vai modular o curso pela internet, para a realidade à distância.
- Professor de estudio - é teletransmitido e tem dinâmica mais próxima do presencial do que o do próprio professor on-line.
O professor precisa firmar sua imagem com um companheiro e orientador dos estudos.
Na modalidade presencial a característica mais acentuada da comunicação é o formato remetente/destinatário. Há quem diga que, deste modo, o professor aprende mais que o aluno, pois tem o dever de antecipar-se às questões que podem vir a surgir em sala de aula.
Modalidade à distância - o aluno precisa exercitar a dedicação em absorver os conhecimentos desejados. Ao mestre cabe o papel mais parecido com o de "cão-guia", que indica os caminhos a serem percorridos.
A professora Renilze disse que isso depende do formato do curso. Por exemplo: No Senac o tutor é aquele que vai guiar pois o material é um só e a plataforma é uma só para todo o Brasil.
Já na Rural o professor prepara o conteúdo e vem outro professor executor que lerá o material para montar a plataforma do curso e distribuir aos pólos. Os tutores têm o contato com os alunos , já na Federal o professor que elabora é o que dá curso.
Parabéns as nossas amigas de sala que apresentaram muito bem o seminário e nos ajudou a esclarecer algumas dúvidas ainda pendente, sobre esse assunto, mais uma vez parabéns as duas!
- Professor conteudista(professor autor) disegner instrucional. Ele vai modular o curso pela internet, para a realidade à distância.
- Professor de estudio - é teletransmitido e tem dinâmica mais próxima do presencial do que o do próprio professor on-line.
O professor precisa firmar sua imagem com um companheiro e orientador dos estudos.
Na modalidade presencial a característica mais acentuada da comunicação é o formato remetente/destinatário. Há quem diga que, deste modo, o professor aprende mais que o aluno, pois tem o dever de antecipar-se às questões que podem vir a surgir em sala de aula.
Modalidade à distância - o aluno precisa exercitar a dedicação em absorver os conhecimentos desejados. Ao mestre cabe o papel mais parecido com o de "cão-guia", que indica os caminhos a serem percorridos.
A professora Renilze disse que isso depende do formato do curso. Por exemplo: No Senac o tutor é aquele que vai guiar pois o material é um só e a plataforma é uma só para todo o Brasil.
Já na Rural o professor prepara o conteúdo e vem outro professor executor que lerá o material para montar a plataforma do curso e distribuir aos pólos. Os tutores têm o contato com os alunos , já na Federal o professor que elabora é o que dá curso.
Parabéns as nossas amigas de sala que apresentaram muito bem o seminário e nos ajudou a esclarecer algumas dúvidas ainda pendente, sobre esse assunto, mais uma vez parabéns as duas!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Banco Itaú
Quem se increveu para ganhar os livros do Banco Itaú só receberão os mesmos daqui a 45 dias. A edição está esgotada.
Xeru!
Xeru!
A adoção do conceito de Educação Corporatival
A adoção do conceito de Educação Corporativa (EC) no Brasil teve inicio na década de 90. Até então a área de “Treinamento e Desenvolvimento”das empresas preocupava-se com o desenvolvimento das habilidades, do trabalhador para a realização de suas atividade. O centro de treinamento tinha como foco o aprendizado individual e os resultados esperados eram o aumento das habilidade do profissional
A visão taylorista foi revertida; os processos da área de treinamento redimensionados; o profissional deve estar em processo contínuo autodesenvolvimento e ocorreu a mudança da formação profissional do trabalhador para a educação profissional das empresas.
A educação corporativa compreende um processo educativo e um sistema de desenvolvimento de pessoas que:
a) objetiva desenvolver a competências, o aprendizado organizacional e atingir o público interno e externo, com aumento de competitividade;
b) vai além do treinamento, proporciona o desenvolvimento e a constante qualificação dos profissionais;
c) visa desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes nos colaboradores da organização e não apenas conhecimento técnico e instrumental;
d) desenvolve competências e forma cidadãos para gerar o sucesso da empresa e dos clientes;
e) proporciona aprendizagem baseada na prática dos negócios
f) difunde crenças e valores da empresa, do ambiente de negócios e a cultura empresarial;
g) deve possibilitar parceria com universidades e instituições de educação geral e profissional e desta forma agregar valor a seus programas;
h) deve proporcionar aos seus colaboradores uma visão global de negócio, com um enfoque no capital intelectual;
i) promover a gestão de conhecimento da organização
A visão taylorista foi revertida; os processos da área de treinamento redimensionados; o profissional deve estar em processo contínuo autodesenvolvimento e ocorreu a mudança da formação profissional do trabalhador para a educação profissional das empresas.
A educação corporativa compreende um processo educativo e um sistema de desenvolvimento de pessoas que:
a) objetiva desenvolver a competências, o aprendizado organizacional e atingir o público interno e externo, com aumento de competitividade;
b) vai além do treinamento, proporciona o desenvolvimento e a constante qualificação dos profissionais;
c) visa desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes nos colaboradores da organização e não apenas conhecimento técnico e instrumental;
d) desenvolve competências e forma cidadãos para gerar o sucesso da empresa e dos clientes;
e) proporciona aprendizagem baseada na prática dos negócios
f) difunde crenças e valores da empresa, do ambiente de negócios e a cultura empresarial;
g) deve possibilitar parceria com universidades e instituições de educação geral e profissional e desta forma agregar valor a seus programas;
h) deve proporcionar aos seus colaboradores uma visão global de negócio, com um enfoque no capital intelectual;
i) promover a gestão de conhecimento da organização
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
XI Jornada Pedagógica da EAMPE
Vamos refletir?
È difícil prever o futuro, porque ele não se desenvolve lineamente. Na educação, contudo, é mais fácil antecipar algumas perspectivas. A educação será cada vez mais importante para as pessoas, as empresas e os países.
A educação será cada vez mais complexa, porque a sociedade vai se tornando mais complicada, rica e exigente, em todos os campos. A aprendizagem será contínua ao longo da vida, de forma constante, mais inclusiva, em todos os níveis e modalidades e em todas as atividades pessoais, profissionais e sociais.
A educação será mais complexa, porque cada vez sai mais do espaço físico da sala de aula para muitos espaços presenciais e virtuais, porque tende a modificar a figura do professor como centro da informação para que incorpore novos papéis como os de mediador de facilitador, de gestor, de mobilizador. Desfocará o professor para incorporar o conceito de que todos aprendemos juntos de que a inteligência é mais e mais coletiva, com múltiplas fontes de informação. A educação continuará na escola, mas se estenderá a todos os espaços sociais principalmente aos organizacionais. As corporações, pressionadas pelo competição e pela necessidade de atualização constante, cada vez mas se transformarão em organizações de aprendizagem e investirão e-learning, na aprendizagem imediata por tecnologia telemáticas. As tecnologias na educação do futuro também se multiplicarão e se integrarão, se tornarão mais e mais audio visuais, instantâneas e abrangentes. Caminhamos para formas fáceis de vermo-nos ,ouvirmo-nos, falarmo-nos, a qualquer momento, de qualquer lugar, a custos prograssivamente menores. Com as tecnologias cada vez mais rápidas e integradas, o conceito de presença e distância se altera profundamente e as formas de ensinar e aprender também.
As modalidades de cursos serão extremamente variadas, flexíveis e “customizadas”, isto é, adaptadas ao perfil e ao momento de cada aluno. Não se falará daqui a dez ou quinze anos em cursos presenciais e cursos à distância. Os cursos serão extremamente flexíveis no tempo, no espaço, na metodologia, na gestão de tecnologias, na avaliação. Acredito que prevalecerá o sistema modular: os alunos completarão créditos à medida que forem concluindo os seus cursos e suas escolhas, completando determinado número de horas, de atividades, de requisitos, obtendo diferentes níveis de reconhecimento ou certificação.
Infelizmente todos esses avanços tecnológicos continuarão privilegiando uma parte da população brasileira. A maior parte das escolas continuará repetindo fórmulas pedagógicas ultrapassadas, tendo acesso a poucos recursos tecnológicos, com professores mal remunerados e resultados comprometedores para o futuro profissional desses alunos. E como a educação será cada vez mais importante para a mudança da sociedade, acredito que a diferença entre os que têm acesso à educação de qualidade e à educação massificadora será difícil de reverter no horizonte dos próximos anos. Numa sociedade desigual não se pode esperar só da escola a igualdade.
Hoje, as escolas, em geral, estão despreparadas para acompanhar o ritmo das mudanças no mundo do trabalho e para atender às expectativas profissionais concretas, quanto mais para antecipar mudanças.
Uma parte das instituições educacionais se preparará para esta mudança; outra parte permanecerá dentro de paradigmas antigos. Teremos escolas avançadas e tradicionais, como sempre, com propostas diferentes. Teremos escolas com propostas conservadoras e com tecnologias de ponta; outras, com propostas tecnológicas inovadoras para utilização massificadora no ensino.
Diante desta perspectiva de mudança, que contribuições estamos dando para as nossas escolas? A XI Jornada Pedagógica da EAMPE, com o tema Perspectivas sobre a Educação Queremos, abordará os paradigmas emergentes das muitas propostas pedagógicas e andragógicas da atualidade, promovendo momentos de reflexão crítica, rumo a uma prática de educacional consciente e alinhada com a pós-modernidade.
José Manoel Moran
Professor da USP, Especialista em Educomunicação
È difícil prever o futuro, porque ele não se desenvolve lineamente. Na educação, contudo, é mais fácil antecipar algumas perspectivas. A educação será cada vez mais importante para as pessoas, as empresas e os países.
A educação será cada vez mais complexa, porque a sociedade vai se tornando mais complicada, rica e exigente, em todos os campos. A aprendizagem será contínua ao longo da vida, de forma constante, mais inclusiva, em todos os níveis e modalidades e em todas as atividades pessoais, profissionais e sociais.
A educação será mais complexa, porque cada vez sai mais do espaço físico da sala de aula para muitos espaços presenciais e virtuais, porque tende a modificar a figura do professor como centro da informação para que incorpore novos papéis como os de mediador de facilitador, de gestor, de mobilizador. Desfocará o professor para incorporar o conceito de que todos aprendemos juntos de que a inteligência é mais e mais coletiva, com múltiplas fontes de informação. A educação continuará na escola, mas se estenderá a todos os espaços sociais principalmente aos organizacionais. As corporações, pressionadas pelo competição e pela necessidade de atualização constante, cada vez mas se transformarão em organizações de aprendizagem e investirão e-learning, na aprendizagem imediata por tecnologia telemáticas. As tecnologias na educação do futuro também se multiplicarão e se integrarão, se tornarão mais e mais audio visuais, instantâneas e abrangentes. Caminhamos para formas fáceis de vermo-nos ,ouvirmo-nos, falarmo-nos, a qualquer momento, de qualquer lugar, a custos prograssivamente menores. Com as tecnologias cada vez mais rápidas e integradas, o conceito de presença e distância se altera profundamente e as formas de ensinar e aprender também.
As modalidades de cursos serão extremamente variadas, flexíveis e “customizadas”, isto é, adaptadas ao perfil e ao momento de cada aluno. Não se falará daqui a dez ou quinze anos em cursos presenciais e cursos à distância. Os cursos serão extremamente flexíveis no tempo, no espaço, na metodologia, na gestão de tecnologias, na avaliação. Acredito que prevalecerá o sistema modular: os alunos completarão créditos à medida que forem concluindo os seus cursos e suas escolhas, completando determinado número de horas, de atividades, de requisitos, obtendo diferentes níveis de reconhecimento ou certificação.
Infelizmente todos esses avanços tecnológicos continuarão privilegiando uma parte da população brasileira. A maior parte das escolas continuará repetindo fórmulas pedagógicas ultrapassadas, tendo acesso a poucos recursos tecnológicos, com professores mal remunerados e resultados comprometedores para o futuro profissional desses alunos. E como a educação será cada vez mais importante para a mudança da sociedade, acredito que a diferença entre os que têm acesso à educação de qualidade e à educação massificadora será difícil de reverter no horizonte dos próximos anos. Numa sociedade desigual não se pode esperar só da escola a igualdade.
Hoje, as escolas, em geral, estão despreparadas para acompanhar o ritmo das mudanças no mundo do trabalho e para atender às expectativas profissionais concretas, quanto mais para antecipar mudanças.
Uma parte das instituições educacionais se preparará para esta mudança; outra parte permanecerá dentro de paradigmas antigos. Teremos escolas avançadas e tradicionais, como sempre, com propostas diferentes. Teremos escolas com propostas conservadoras e com tecnologias de ponta; outras, com propostas tecnológicas inovadoras para utilização massificadora no ensino.
Diante desta perspectiva de mudança, que contribuições estamos dando para as nossas escolas? A XI Jornada Pedagógica da EAMPE, com o tema Perspectivas sobre a Educação Queremos, abordará os paradigmas emergentes das muitas propostas pedagógicas e andragógicas da atualidade, promovendo momentos de reflexão crítica, rumo a uma prática de educacional consciente e alinhada com a pós-modernidade.
José Manoel Moran
Professor da USP, Especialista em Educomunicação
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
XI Jornada Pedagógica da Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco
- Perspectivas sobre a Educação que queremos
Local: Auditório da Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco
Período: 28 e 29 de outubro de 2010 - Horário: 8 às 18H
Palestrantes: Profª Isabel Perolin (Paraná/Pr), Profª Andréa Filatro (São Paulo/SP), Prof. Jassen Felipe da Silva(Pernambuco/PE), Prof Vasco Moretto (Brasilia/DF), Profª Patrícia Smith(Pernambuco/PE), Prof Sérgio Abranches (Pernambuco/PE), Profª Iracleíde Araújo(Pernambuco/PE), Tenente Namare Rabellaís (Rio de Janeiro/RJ), Profª Lícia Maía (Pernambuco/PE) e Prof Ivanildo Lopes(Pernambuco/PE).
Programação:
Abertura Solene
Palestra 1 - 9h
Prof. Ivanildo Lopes
Tema: A Educação que queremos: um olhar a partir das tecnologias da informação e comunicação.
Palestra 2 - 10h
Profª Iracleide Araújo
Tema: Perspectivas da EAD que queremos e na prática o que realmente fazemos: uma experiência do Senac-PE
Palestra 3 - 11h
Profª Namare Rabellís
Tema: Bullyng na Escola: Inimigo Silencioso e Fatal
Intervalo para o almoço
Palestra 4 - 14h
Prof Janssen Felipe
Tema: Contribuições da Teoria da Complexidade para a Educação: Perspectiva da Ecologia Profunda.
Palestra 5 - 15h
Prof. Sergio Abranches
Tema: Tecnologia da Informação e Comunicação: desafios para a prática pedagógica
DIA 29 de outubro
Palestra 1 - 9h
Profª Patrícia Smith
Tema: Inclusão digital Docente para o Ensino e Aprendizagem com as Tecnologias
Palestra 2 - 10j
Prof. Vasco Moretto
Tema: A Ética no dia a dia do Professor Competente em sala de aula.
Palestra 3 - 11h
Profª Andrea Filatro
Tema: Andragogia e Heutagogia: novas formas de ensinar e aprender
Intervalo para almoço
Palestra 4 - 14h
Profª Isabel Perolin
Tema: Dificuldades com a Aprendizagem
Palestra 5 - 15h
Profª Lícia Maia
Tema: Possibilidades da Psicologia da Educação como Alternativas de Análise do Fracasso Escolar.
Encerramento - Palavras do Comandante da EAMPE
Local: Auditório da Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco
Período: 28 e 29 de outubro de 2010 - Horário: 8 às 18H
Palestrantes: Profª Isabel Perolin (Paraná/Pr), Profª Andréa Filatro (São Paulo/SP), Prof. Jassen Felipe da Silva(Pernambuco/PE), Prof Vasco Moretto (Brasilia/DF), Profª Patrícia Smith(Pernambuco/PE), Prof Sérgio Abranches (Pernambuco/PE), Profª Iracleíde Araújo(Pernambuco/PE), Tenente Namare Rabellaís (Rio de Janeiro/RJ), Profª Lícia Maía (Pernambuco/PE) e Prof Ivanildo Lopes(Pernambuco/PE).
Programação:
Abertura Solene
Palestra 1 - 9h
Prof. Ivanildo Lopes
Tema: A Educação que queremos: um olhar a partir das tecnologias da informação e comunicação.
Palestra 2 - 10h
Profª Iracleide Araújo
Tema: Perspectivas da EAD que queremos e na prática o que realmente fazemos: uma experiência do Senac-PE
Palestra 3 - 11h
Profª Namare Rabellís
Tema: Bullyng na Escola: Inimigo Silencioso e Fatal
Intervalo para o almoço
Palestra 4 - 14h
Prof Janssen Felipe
Tema: Contribuições da Teoria da Complexidade para a Educação: Perspectiva da Ecologia Profunda.
Palestra 5 - 15h
Prof. Sergio Abranches
Tema: Tecnologia da Informação e Comunicação: desafios para a prática pedagógica
DIA 29 de outubro
Palestra 1 - 9h
Profª Patrícia Smith
Tema: Inclusão digital Docente para o Ensino e Aprendizagem com as Tecnologias
Palestra 2 - 10j
Prof. Vasco Moretto
Tema: A Ética no dia a dia do Professor Competente em sala de aula.
Palestra 3 - 11h
Profª Andrea Filatro
Tema: Andragogia e Heutagogia: novas formas de ensinar e aprender
Intervalo para almoço
Palestra 4 - 14h
Profª Isabel Perolin
Tema: Dificuldades com a Aprendizagem
Palestra 5 - 15h
Profª Lícia Maia
Tema: Possibilidades da Psicologia da Educação como Alternativas de Análise do Fracasso Escolar.
Encerramento - Palavras do Comandante da EAMPE
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